Publicado por: cducb2009 | 8 de Outubro de 2009

Um apoio à difícil luta em Viseu

A candidata da CDU à Câmara Municipal de Viseu é cantora lírica de profissão (e professora de Música nos Conservatórios da Guarda e Viseu), e nesta reportagem da Lusa apresenta-se cantando a Jornada de Fernando Lopes-Graça acompanhada ao piano por Domenico Ricci. Segue o link:

http://videos.sapo.pt/yTNhhWS5ToeB5er0JsBA

Publicado por: cducb2009 | 6 de Outubro de 2009

Apelo de Jorge Lopes, Candidato à Freguesia de Alcains

Caros Concidadãos,

Ao dirigir-me a vós faço-o na condição de primeiro candidato da CDu à Assembleia de Freguesia de Alcains, mas também em nome de todos os candidatos da CDU ao órgão autárquico da nossa freguesia.

Venho por este meio apelar ao vosso bom senso, à vossa compreensão e à ponderação do sentido da vossa votação.

No passado dia 27 de Setembro havia um boletim de voto com quinze forças políticas a disputar o eleitorado; desta vez, porém, as eleições para a Assembleia de Freguesia de Alcains são disputadas apenas por três forças políticas, uma das quais a CDU.

É nesse sentido que apelo a cada um de vós que votaram numa outra força política no dia 27 de Setembro passado e que não se apresenta a esta disputa eleitoral, considere que o único voto útil e eficaz para mudar o que se passa na nossa freguesia é o voto na CDU, que garante a todos e a cada um de vós a defesa plena dos interesses de todos os Alcainenses.

Podem ter a certeza que o voto na CDU é o único que vai permitir retirar a maioria absoluta aos que têm (des)governado a freguesia, a exemplo do que os portugueses fizeram no dia 27 de Setembro passado.

Vota CDU.

O Candidato da CDU à Assembleia de Freguesia de Alcains,

Jorge Lopes

Publicado por: cducb2009 | 6 de Outubro de 2009

Propostas para a Freguesia de Castelo Branco – Face 2

FREGUESIA 2 2

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Publicado por: cducb2009 | 6 de Outubro de 2009

Propostas para a Freguesia de Castelo Branco

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Publicado por: cducb2009 | 6 de Outubro de 2009

Face 1 do desdobrável CDU – Autárquicas 2009

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Publicado por: cducb2009 | 6 de Outubro de 2009

Face 2 do desdobrável CDU – Autárquicas 2009

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Cilque para aumentar

Publicado por: cducb2009 | 6 de Outubro de 2009

Água, Bem Estratégico

Um excerto das nossas propostas para o Concelho:

“Água – uma questão fundamental

– manutenção da água sob gestão pública, pelo seu carácter fundamental para a sobrevivência e desenvolvimento humanos;

– caso o poder central tenha a tentação ruinosa de privatizar a distribuição de água em alta, exigimos que a Câmara Municipal passe a assumir a parte correspondente ao concelho de Castelo Branco;

– redução dos preços da água do concelho para o consumidor privado, actualmente dos mais caros do país;

– manutenção técnica urgente de toda a infra-estrutura de distribuição, por forma a impedir as enormes perdas que actualmente sucedem;”

Publicado por: cducb2009 | 6 de Outubro de 2009

A importância do voto na CDU

Caro Concidadão,

Os candidatos da CDU à Câmara Municipal e à Assembleia Municipal, respectivamente Francisco Costa e João Delgado, conscientes de que a participação dos eleitos da CDU nos órgãos autáruquicos farão a diferença, vêm apelar à vossa participação nas eleições do dia 11 de Outubro, bem como ao vosso voto na nossa força colectiva e no nosso projecto de mudança para o Concelho.

A CDU apresenta a estas eleições autárquicas uma equipa que tudo fará para melhorar as condições de vida dos munícipes. Através dos contactos constantes com as populações, através da identificação dos seus problemas, através das constantes propostas políticas para os resolver, enfim, através de uma atitude de total entrega pelas causas que entendemos poderem vir a melhorar as condições de vida das populações, a CDU entende ser a força certa para a mudança de rumo do concelho do Castelo Branco.

Na CDU ninguém procura carreiras políticas ou suporte político para negócios: estamos cá para trabalhar, tudo o que podemos oferecer é a nossa dedicação e a garantia de estamos sempre ao lado dos anseios e reivindicações dos Albicastrenses. E esta não é uma promessa vã, mas sim uma garantia que poderá ser atestada pelo projecto autárquico da CDU ao longo dos últimos 30 anos, cuja qualidade, democraticidade, tolerância, honestidade e competência são reconhecidas nacional e internacionalemente.
É o bom trabalho e a transparência mostradas em tantas autarquias por esse país fora que a CDU quer aplicar na Câmara e Assembleia Municipais de Castelo Branco.

Por tudo isto apelamos mais uma vez, no dia 11 de Outubro, ao voto na CDU.

O candidato à Câmara,                      O candidato à Assembleia,
Francisco Costa                                       João Pedro Delgado

Publicado por: cducb2009 | 27 de Setembro de 2009

A CDU nas Legislativas 2009

Mais votos, mais percentagem, mais deputados que nas últimas eleições Legislativas.

No concelho de Castelo Branco a votação cresceu 50% em relação a 2005.

E cada vez seremos mais.

Publicado por: cducb2009 | 16 de Setembro de 2009

Nota à Comunicação Social

A Comissão Coordenadora da CDU do Concelho de Castelo Branco, no sentido de obter informações acerca das condições de abertura do ano lectivo, por parte dos agrupamentos da cidade, solicitou audiências aos respectivos Directores Executivos, dos quais recebeu respostas favoráveis, que têm vindo a ser concretizadas.
Contudo, a Sr.ª Directora do Agrupamento Faria de Vasconcelos, que por acaso é candidata do PS à Câmara Municipal de Castelo Branco, procurou por todos os meios “fugir” à reunião já que, depois de por via telefónica, se tentar combinar um encontro, na última segunda-feira, dia 14 de Setembro, informou-nos que fizéssemos o pedido por escrito, o que imediatamente concretizámos, via fax, o qual não mereceu qualquer resposta.

Perante a ausência de resposta, hoje, dia 16 de Setembro, às 16H00, uma delegação da candidatura da CDU à Câmara Municipal de Castelo Branco, dirigiu-se à Sede do Agrupamento Faria de Vasconcelos para realizar o solicitado encontro.

Para surpresa nossa, a Sr.ª Directora mais uma vez recusou receber-nos e tentou ludibriar-nos de uma forma habilidosa, pedindo-nos para contactarmos a escola, via telefone, ao fim da tarde, quando os serviços administrativos da mesma já se encontram encerrados.

Esta atitude revela uma falta de respeito para com o direito à informação por parte dos cidadãos, e ao mesmo tempo, revela uma atitude pouco consentânea com a Democracia e as diversas correntes de opinião.

A CDU reafirma, apesar desta recusa, que nada a impedirá de divulgar as condições de abertura do ano lectivo no Agrupamento Faria de Vasconcelos, direito que considera inalienável.

 

Castelo Branco, 16 de Setembro de 2009

 A Comissão Coordenadora da CDU

Publicado por: cducb2009 | 12 de Setembro de 2009

Almaceda

A CDU apresentou hoje, dia 12 de Setembro, a sua lista à Junta/Assembleia de Freguesia de Almaceda, de que já se falou aqui, e  como  já estávamos à espera, a comunicação social ignorou o facto.  Na realidade, Almaceda não é tão importante para a Comunicação Social como o é para a CDU.

Chegaram-nos, contudo, algumas  informações , através das quais soubemos que  mesmo ali ao lado estariam muito ocupados com a inauguração de uma nova capela, em Rochas de Baixo, com  a presença do Presidente da Câmara de Castelo Branco, e com a benção do sr. Bispo!

Afinal Almaceda importa aos srs. jornalistas, mas apenas se houver festa que bote Presidente e Bispo! O que vale afinal a discussão do futuro e presente de Almaceda, em comparação com a inauguração de um novo local de culto?

Notava-se, todavia, alguma perplexidade nos habitantes da freguesia. E as preocupações versavam principalmente as seguintes questões:

– existindo já uma capela na dita localidade, a capela de sempre, aliás, antiga, interessante, num belo enquadramento, porém abandonada e a necessitar de recuperação e cuidados, porquê construir uma nova, votando aquela à decadência definitiva?

– não há mais em que gastar dinheiro?

– e quem gastou o dinheiro para a construção da dita capela? Se foi apenas a diocese, o que estava o sr. Presidente da Câmara a fazer na inauguração? Não havendo um envolvimento financeiro da câmara, será apenas o sr. Bispo a mostrar uma preferência eleitoral e o sr. Presidente a alardear a sua espiritualidade? Se, pelo contrário, a câmara colaborou nos custos, em que âmbito e com que legitimidade o terá feito?

Pequenos pormenores sem importância, talvez, mas que mostram bem quem se importa com as populações, vivam elas na capital do concelho ou na freguesia mais longínqua, e que servem igualmente para tirar a prova de quais os conteúdos que realmente “interessam” à comunicação social local.

Publicado por: cducb2009 | 12 de Setembro de 2009

Educação Pré-escolar

A notícia saiu e todos aplaudimos com emoção: a Câmara Municipal, através de um seu vereador cimeiro, e à falta de melhor que fazer, esteve presente na festa do primeiro aniversário de uma creche/infantário privada em Castelo Branco.  É caro, diz-se, mas parece que é mesmo bom!

Todos sabemos como é importante “inaugurar” creches privadas que estão a funcionar há um ano, especialmente em período eleitoral, mas o que nós gostaríamos mesmo de ver era  uma rede de creches públicas e de qualidade, suficientes para servir toda a população pré-escolar de Castelo Branco!

Para a CDU os eleitos das autarquias devem estar sempre dispostos a servir as populações, neste caso, com serviços de educação universais e dignos.

CDUA CDU, através do seu deputado Joaquim Bonifácio, entregou três requerimentos sobre questões que considera fundamentais, neste momento, para o concelho e a cidade de Castelo Branco.
Já apresentámos dois dos requerimentos. Este é o terceiro e diz respeito ao Plano Director Municipal (PDM) e ao Plano Geral de Urbanização (PGU).
O PDM é um documento que foi ratificado pelo Conselho de Ministros em 16 de Junho de 1994.
Vamos transcrever o seu artigo 1º que nos dá imediatamente uma ideia da sua importância para o concelho:

Artigo 1.°
Área de intervenção, âmbito e vigência
1-Considera-se abrangida pelo Plano Director Municipal de Castelo Branco, adiante designado por PDM, toda a área do concelho de Castelo Branco.
2-Quaisquer acções de iniciativa pública, privada ou cooperativa a realizar na área de intervenção do Plano respeitarão obrigatoriamente as disposições do presente Regulamento, da planta de ordenamento e plantas de condicionantes, no que concerne às regras a que deverá obedecer a ocupação, o uso e transformação do território municipal.
3-O PDM de Castelo Branco tem o prazo máximo de vigência de 10 anos após a sua publicação no Diário da República, podendo, no entanto, ser revisto antes do prazo referido se o Executivo assi
m o entender.
Há, pelo menos 5 anos, que devia ter sido revisto.
Sabe-se entretanto, que já foi objecto de quatro (4) alterações e se prepara uma quinta (5). Isto só pode significar que a sua revisão é absolutamente imprescindível. Tem de haver resposta. As decisões têm de obedecer às regras do PDM como se pode ler. Se o PDM já não está actual, então reveja-se, mas depressa.

O PGU ainda é mais antigo. Já esteve suspenso durante dois anos, de 2004 a 2006. E em Setembro de 2007 teve uma suspensão extraordinária de mais um ano, até Dezembro de 2007, com carácter retroactivo a Dezembro de 2006. Porque é que se não revê de uma vez o PGU? Mais uma vez afirmamos que as regras têm de ser claras e inequívocas.

Foi perante estas “incertezas” que a CDU decidiu apresentar o requerimento que segue:

REQUERIMENTO

De acordo com a Lei das Autarquias compete à Assembleia Municipal “ Acompanhar e fiscalizar a actividade da Câmara Municipal,…”
Tendo em atenção que a actividade da Câmara Municipal se deve orientar por regras e objectivos bem definidos, estabelecidos em documentos legais que devem ser do conhecimento dos munícipes e estarem à sua disposição;
Considerando que o Plano Director Municipal (PDM), um documento fundamental para o ordenamento e desenvolvimento do concelho, tem desde 2 de Outubro de 2003, de acordo com o despacho nº 20203, uma comissão mista de coordenação para acompanhar a sua revisão;
Considerando que o Plano Geral de Urbanização (PGU) é um documento fundamental para as questões urbanísticas e de construção e também se encontra em sede de revisão, tendo sido pedida a sua suspensão mais do que uma vez;
Considerando que o PDM está em revisão há, pelo menos, 6 anos e já foi alterado cinco vezes (a comissão mista foi constituída há cerca de seis anos) e o PGU há cerca de 12 anos;
Considerando que estes dois documentos são fundamentais para que a gestão camarária seja clara e transparente, vimos solicitar a V. Exa. os seguintes esclarecimentos:

1 – A comissão mista referida está ainda em funcionamento? Já efectuou o trabalho para que foi constituída?
No caso de ter terminado o seu papel, requeremos uma cópia dos seus pareceres acerca do PDM.
Ainda no caso de a revisão do PDM estar pronta, para quando a sua apresentação ao órgão deliberativo e a sua discussão pública? E para quando a sua aprovação?
Para que a revisão pudesse ser efectuada convinha que uma empresa se encarregasse da sua elaboração. Que gabinete foi responsável? Solicitamos o acesso à documentação produzida.

2 – Em relação ao PGU, para quando a sua apresentação, discussão pública e discussão e aprovação nos órgãos competentes?
Para que a revisão pudesse ser efectuada convinha que uma empresa se encarregasse da sua elaboração. Que gabinete foi responsável?
Solicitamos igualmente acesso à documentação produzida.

Castelo Branco, 26 de Agosto de 2009

O deputado municipal da CDU

(Joaquim Manuel de Castro Bonifácio da Costa)

Publicado por: cducb2009 | 2 de Setembro de 2009

A CDU apresentou compromisso eleitoral para o distrito de Castelo Branco

No passado dia 31 de Agosto, a CDU através de alguns dos seus candidatos apresentou um conjunto de objectivos e  medidas que defende para o desenvolvimento do distrito de Castelo Branco.

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Luís Garra fez a apresentação deste compromisso à comunicação social em Castelo Branco e na Covilhã

COMPROMISSO ELEITORAL
CDU-CASTELO BRANCO
PROGRESSO E DESENVOLVIMENTO, JUSTIÇA E BEM-ESTAR

JUSTIFICAÇÃO
A CDU-Castelo Branco apresenta aos eleitores do Distrito um Compromisso Eleitoral de Progresso e Desenvolvimento, de Justiça e Bem-Estar consubstanciado num conjunto de propostas e medidas urgentes e necessárias, para colocar o Distrito de Castelo Branco no caminho do progresso, do desenvolvimento sustentável e da justiça social.
Com este Compromisso dizemos aos trabalhadores, aos jovens, às mulheres, aos reformados, aos micro, pequenos e médios empresários, aos agricultores e comerciantes e à população em geral que o Distrito não está condenado à desertificação, ao abandono, à falta de investimentos, ao desemprego e à destruição do aparelho produtivo.
Por isso:
A CDU propõe-se inverter o caminho de degradação do nível e qualidade de vida dos trabalhadores e das populações, de redução de direitos, de encerramento dos serviços públicos, de destruição das capacidades produtivas, de continuidade e agravamento da crise económica e social em que o distrito de Castelo Branco mergulhou.
A CDU respeitará quem trabalha, defenderá os direitos dos trabalhadores e das populações e promoverá a elevação do seu nível de vida através da garantia de melhores salários, valorizando o Salário Mínimo Nacional e aproximando o salário médio no distrito ao salário médio nacional.
A CDU promoverá o trabalho com direitos e combaterá a discriminação salarial  baseada no sexo e uma melhor e mais justa distribuição da riqueza.
A CDU valorizará as prestações sociais como verdadeiros direitos de cidadania, garantindo um eficaz combate à pobreza e à exclusão social e rompendo com a perspectiva assistencialista.
A CDU compromete-se a apoiar e valorizar a agricultura familiar, os pequenos e médios agricultores e o crescimento da produção, nomeadamente com o recurso ao crédito com juros bonificados, promoção do associativismo e do escoamento da produção, contribuindo para que combater o défice agro-alimentar do país.
A CDU apoiará e valorizará o sector dos têxteis e vestuário, criando condições para a inovação, a criação de uma marca regional orientada para o mercados internacionais, a consolidação e desenvolvimento dos padrões de qualidade, a migração para novos produtos técnicos e com incorporação do conhecimento contribuindo assim para o equilíbrio da balança comercial.

A CDU propõe-se dinamizar a economia do distrito e o mercado nacional, apoiar o aparelho produtivo e os micro, pequenos e médios empresários.
A CDU defenderá e implementará serviços públicos de qualidade e proximidade, um Serviço Nacional de Saúde universal, geral e gratuito e uma Escola pública para todos e respeitará os trabalhadores da Administração Pública sem excepção.
A CDU quer desenvolver a investigação científica fundamental e aplicada, defender e promover o ensino tecnológico e superior públicos, gratuitos e de qualidade.
A CDU combaterá firmemente a privatização de todos os graus de ensino.
A CDU promoverá a fixação e atracção de população jovem como forma de rejuvenescimento demográfico e de inversão do processo continuado de desertificação.
A CDU assume a ruptura com a política de direita, uma nova política e um novo rumo para o distrito e para o país por isso afirma que é necessário, urgente e indispensável reconstruir a confiança de que é possível outro caminho que construa uma ruptura com as políticas neoliberais implementadas pelo bloco central. Só o reforço eleitoral da CDU no plano nacional e a eleição de um deputado pelo Distrito de Castelo Branco garante e assegura a construção de uma política alternativa para o País e para o desenvolvimento sustentável e equilibrado, sectorial e territorialmente, do Distrito de Castelo Branco.

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Publicado por: cducb2009 | 30 de Agosto de 2009

A CDU em Alcains

CDUNa sequência da apresentação das listas candidatas às autarquias, alguns elementos da Comissão Coordenadora reuniram em Alcains com o candidato JORGE LOPES, um homem sempre empenhado na resolução dos problemas da sua vila.IMG_1641

A lista da CDU é constituída por 14 homens e mulheres, com uma percentagem elevada de independentes (10 candidatos).

Fizemos uma visita à vila, para verificarmos a necessidade de resolução de algumas situações que se mantêm por resolver de mandato para mandato, apesar das promessas daqueles que sempre têm dirigido os destinos da freguesia.

Aqui ficam algumas situações

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Parece que ninguém tem dúvidas de que este largo atrás da igreja precisa de uma intervenção imediata que já vem tarde.

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Será que este espaço junto à escola do 1º ciclo não merece um jardim?

Há muitas outras questões que constarão do programa da CDU que será apresentado na altura oportuna.

CDU A construção de um Centro Coordenador de Transportes que melhor as condições de utilização de todos os passageiros, que melhor as condições de acesso aos utilizadores e melhor as condições de trabalho aos prestadores dos diferentes serviços, é uma questão a ser resolvida urgentemente e que já vem de longa data.

Também é preciso que a área da Estação tenha um tratamento adequado e os albicastrenses devem ter a oportunidade de dar a sua opinião. Como sempre defendemos a necessidade de evitar erros irremediáveis, e, para isso, é imperioso conhecer as ideias dos responsáveis e ter informação que permita dar uma opinião fundamentada.

É nesse sentido que a CDU de Castelo Branco apresentou, através do seu deputado,  um requerimento ao Presidente da Assembleia Municipal:

REQUERIMENTO

De acordo com a Lei das Autarquias compete à Assembleia Municipal “ Acompanhar e fiscalizar a actividade da Câmara Municipal,…”

Considerando que o Centro Coordenador de Transportes (CCT) é uma questão antiga e que exige resposta urgente;

Considerando que o Plano de Pormenor da Zona da Estação de Caminho de Ferro já tem uma história longa que passou por:

– um concurso de ideias em 2008 do qual não se sabem os resultados. Quais as valências, além do CCT, estavam previstas para a zona? Quantos projectos foram apresentados? Qual ou quais foram escolhidos?

– em Outubro de 2008 a Câmara deliberou a elaboração do Plano de Pormenor da Zona da Estação, tendo como prazo de elaboração 90 dias. Existe ou não esse projecto? Já se passaram 10 meses. Para quando a sua apresentação e discussão pública? Para quando a sua aprovação? Que gabinete procedeu à sua elaboração? Solicitamos nos sejam fornecidos os documentos existentes e nos seja facultado o acesso aos processos.

Castelo Branco,  26  de Setembro de 2009

O Deputado Municipal da CDU

(Joaquim Manuel de Castro Bonifácio da Costa)

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A ComisCDUsão Coordenadora da CDU de Castelo Branco entregou hoje através do seu deputado municipal na Assembleia Municipal de Castelo Branco, 27/08, três requerimentos à Câmara Municipalsobre questões municipais urgentes e de resolução inadiável. Nos próximos dias iremos apresentando os requerimentos entregues. Hoje apresentamos uma questão antiga, tão antiga que vem de antes do 25 de Abril de 1974. Mas a solução que é necessária está a tardar. Trata-se do Plano de Pormenor do Bairro do Valongo, Vale da Raposa e Carreira de Tiro:

REQUERIMENTO

De acordo com a Lei das Autarquias compete à Assembleia Municipal “ Acompanhar e fiscalizar a actividade da Câmara Municipal,…”

Tendo em atenção que a actividade da Câmara Municipal se deve orientar por regras e objectivos bem definidos, estabelecidos em documentos legais que devem ser do conhecimento dos munícipes e que devem servir para a sua orientação, vimos apresentar a seguinte situação:

– Os Bairros do Valongo, Vale da Raposa e Carreira de Tiro foram, no início da década de 80 do século passado, alvo de um plano de recuperação mandado elaborar pela Câmara Municipal com vista a legalizar e ordenar a construção urbana.

– Este plano orientou durante bastante tempo o desenvolvimento urbano do bairro. Contudo, o tempo torna os planos ultrapassados e é necessário proceder à sua actualização e renovação

– Nesse sentido em 21 de Novembro de 2003 a Câmara Municipal “deliberou elaborar o Plano de Pormenor de Requalificação Urbana do Valongo, Vale da Raposa e Carreira de Tiro” fixando como prazo de execução 120 dias, sendo publicitado um prazo de 30 dias para apresentação de sugestões ou informações por parte dos munícipes.

– Depois desta data, nada mais se conhece acerca deste plano.

Assim, solicitamos as seguintes informações:

1 – A intervenção urbanística da câmara no Bairro continua ou não a ser orientada pelo Plano de Recuperação da década de 80?

2 – O Plano de Pormenor de Requalificação foi ou não elaborado? Em caso afirmativo, qual a sua situação legal? Foi ou não aprovado por esta Câmara?

3 – Solicitamos que nos sejam fornecidos todos os documentos urbanísticos que orientam a actividade da câmara nos referidos bairros.

Castelo Branco,  26  de Setembro de 2009

O deputado municipal da CDU

(Joaquim Manuel de Castro Bonifácio da Costa)



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Publicado por: cducb2009 | 16 de Agosto de 2009

A CDU em Almaceda

Hoje estivemos em Almaceda. Reunimos com a maior parte dos elementos da lista da CDU que vai concorrer à Assembleia de Freguesia. Estivemos a discutir a elaboração do programa da lista, tendo sido  apresentados os aspectos fundamentais a defender para a freguesia com todas as suas anexas.

A lista é encabeçada por FÁTIMA LEITÃO, ecónoma, uma mulher natural de Almaceda interessada e empenhada no progresso da sua terra

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Os outros elementos da lista são originários das várias aldeias anexas da freguesia e dispostos a assumir o desenvolvimento da sua terra.

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Elementos da lista:

Américo Nunes – mandatário

Fátima Leitão, ecónoma – Almaceda

António Marques, marinheiro – Paiágua

José Nunes da Silva, agricultor – Paiágua

Gabriela de Jesus Nunes, médica – Almaceda

Nuno Manuel Esteves Duarte, serralheiro – Rochas de Cima

Diamantino Miguel, cantoneiro – Rochas de Baixo

José Rodrigues, recepcionista – Almaceda

Mafalda Sofia Bento Rodrigues, estudante – Almaceda

Joaquim Matias, sapateiro – Valbom

Maria Antónia Freire Matias, funcionária sindical – Almaceda

Joaquim da Conceição Horta Alves, soldador – Martim Branco

António Dias Peres – Paiágua

Maria da Graça Marques – Paiágua

Este conjunto de homens e mulheres defendem para a sua terra “… mais democracia e participação na Assembleia de Freguesia de Almaceda”; vão “trabalhar e lutar para a melhoria da qualidade de vida das suas populações – para isso é preciso eleger candidatos da CDU”.

Publicado por: cducb2009 | 15 de Agosto de 2009

CDU entregou listas do Concelho de Castelo Branco

Uma representação da Comissão Coordenadora da CDU de Castelo Branco entregou ontem, dia 14 de Agosto, no tribunal de Castelo Branco as listas completas da candidatura à Câmara e Assembleia Municipais e algumas das freguesias. Deixamos aqui uma imagem do momento e a composição da lista concorrente à Câmara Municipal:P9180079

Nos próximos tempos iremos divulgando a composição das diferentes listas e as actividades da CDU, até para compensar o silêncio que alguma imprensa produz à volta da nossa candidatura. Composição da lista da Câmara:

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Francisco  José Antunes da Costa – Professor

Ana Maria Leitão – Professora

Joaquim Manuel de Castro Bonifácio da Costa – Professor

Aníbal José de Sousa Cravo Nunes – Professor

Helena Maria Batista – Educadora de Infância

Carlos Alberto de Sousa Vale – Gerente Comercial/Reformado

Ricardo Brás dos Santos – Antropólogo

Maria Delfina Dias Brás – Administrativa

Hugo Ferreirinho Rodrigues – Especialista em comunicação

Maria de Jesus Matos – Administrativa

Joaquim Barata – Gerente comercial

Manuel Moreno Teles Duarte – Electricista

Publicado por: cducb2009 | 13 de Agosto de 2009

CDU apresentou lista à Assembleia de Freguesia do Retaxo

Ontem, dia 12 de Agosto, ao fim da tarde a CDU apresentou a lista de candidatos à Assembleia de Freguesia de Retaxo.

A lista foi apresentada pela mandatária concelhia, Maria Delfina Brás, e entre outros candidatos à Câmara e Assembleia Municipais esteve presente o cabeça de lista à câmara municipal de Castelo Branco, Francisco Costa.

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Este candidato reafirmou que o projecto da CDU é para todo o concelho e é fundamental para o seu desenvolvimento que as freguesias sejam encaradas todas com a mesma importância.

A lista de candidatos do Retaxo é encabeçada por Carlos Alberto Duque Ribeiro, que apresentou algumas propostas da CDU para a freguesia, nomeadamente a construção de um passeio pedonal entre o Retaxo e a Represa.

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Constituição da lista

Carlos Alberto Duque Ribeiro – vigilante – 59 anos

Joaquim Manuel Pereira Barata – gerente comercial – 40 anos

Cristina Carla Gomes Sequeira Barata – administrativa – 35 anos

António Tavares Almeida Alves – operador de processo – 52 anos

Bruno Miguel Mendes de Almeida Alves – operador industrial – 30 anos

Manuel Almeida Barata – reformado – 71 anos

Hugo Daniel Mendes Tavares – comerciante – 35 anos

Marco Dinis Nunes Fernandes – operador comercial – 30 anos

Publicado por: cducb2009 | 13 de Agosto de 2009

PCP apresenta programa eleitoral às Legislativas 2009

Jerónimo de Sousa

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apresentou o Programa Eleitoral do PCP às Legislativas de 2009 tendo afirmado que este programa «quer pela visão distinta que projecta sobre os problemas e a situação do País, quer essencialmente pelas propostas que avança – um Programa de Ruptura, Patriótico e de Esquerda».

Apresentamos a seguir a sua síntese:

Programa Eleitoral do PCP às Legislativas 2009

Terça, 11 Agosto 2009

Índice
Nota de Abertura

O Programa Eleitoral que o PCP apresenta ao país constitui uma contribuição séria de uma força política responsável, com um percurso de acção, proposta mas também trabalho e obra realizada que se apresenta aos trabalhadores e ao povo pronto a assumir todas as responsabilidades que com o seu apoio e o seu voto os eleitores lhe quiserem atribuir.
Um programa que acolhe, sistematiza e aprofunda,ainda que sem o esgotar, nas condições concretas a que a política de direita conduziu o país, o vasto património de reflexão e proposta e o inesgotável enriquecimento decorrente da resposta pronta que a cada momento o PCP foi chamado a dar aos mais urgentes problemas nacionais.
Um programa de ruptura, patriótico e de esquerda, capaz de responder aos problemas que 33 anos de política de direita acumularam no País e de abrir caminho a um outro rumo e a uma outra política, alternativa e de esquerda.
De ruptura com a política de direita que há mais de três décadas compromete o futuro do país, que responda com a emergência que a situação reclama aos problemas estruturais do país, que retome os valores libertadores de Abril.
Patriótico porque o novo rumo e a nova política que Portugal precisa tem de recolocar no centro da orientação política a afirmação de um desenvolvimento económico soberano, a redução dos défices estruturais, a defesa intransigente dos interesses nacionais articulada com a necessária cooperação no plano europeu e internacional.
De esquerda, porque, sem hesitações, inscreve na política alternativa que propõe ao país a valorização do trabalho, a efectivação dos direitos sociais e das funções sociais do Estado, uma distribuição do rendimento mais justa a favor do trabalho e o controlo pelo Estado dos sectores estratégicos nacionais.
Um Programa que integra e projecta orientações e linhas fundamentais de acção para um programa de governo que assegure uma efectiva política de esquerda. Um Programa que é ao mesmo tempo compromisso e condição de ruptura e de construção de uma nova política e de um outro rumo para o país, indispensáveis a uma vida melhor para os trabalhadores e para o povo, num Portugal de progresso e justiça social.

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Boa tarde a todos.
Munícipes, Camaradas, Amigos, Srs. Jornalistas,Honraram-me os meus camaradas e amigos da CDU com a proposta de encabeçar a lista de candidatura para a Assembleia Municipal de Castelo Branco. Aceitei o repto de imediato, todavia sem leveza. Sem leveza, antes de mais pelo peso da responsabilidade de não me representar a mim, mas sim uma vontade política colectiva, uma proposta colectiva de fundo para a cidade de Castelo Branco, por representar uma coligação com provas dadas em trabalho político autárquico no nosso concelho e em todo o país, uma coligação em que todos trabalham para um objectivo comum: o bem-estar dos cidadãos.

 

Tudo faremos para que o Partido Comunista Português, o Partido Ecologista Os Verdes, a Intervenção Democrática, e tantos outros amigos e apoiantes que confiam as suas esperanças de efectivas melhorias na vida dos portugueses em bons resultados autárquicos da CDU não saiam defraudados. E para isso, não bastam as nossas propostas, não basta o nosso trabalho de mobilização, o nosso contacto com as massas; é necessário também o voto dos cidadãos, dos munícipes, o voto de todos.

E o voto da CDU é um voto garantido. Um voto numa força colectiva e não em carreiras políticas individualistas, um voto num conjunto de pessoas que trabalham todos os dias, desinteressada e esforçadamente, nos órgãos eleitos ou fora deles, pela melhoria das condições de vida das populações, um voto numa força que tem conseguido criar desenvolvimento, qualidade de vida, emprego e protecção social em tantas e tantas autarquias por esse país fora, – e algumas aqui tão perto – uma força que, em campanha ou fora dela, está com os trabalhadores, está na porta da empresa em acções de informação e sensibilização, que luta no terreno, nas câmaras, nas assembleias, nos tribunais, onde preciso for, pelo acesso a uma água pública, a preços justos  e de qualidade, por uma política ambiental  e urbanística sustentável, por justas políticas autárquicas de habitação, saúde, cultura, segurança social e educação, que luta por empresas e indústrias produtivas, com condições de trabalho e escoamento dignos, e por um comércio leal e dinamizador dos núcleos urbanos.

O voto na CDU é o voto, não só na perseverança e na luta, mas é também o voto na honestidade, no trabalho e na dignidade. Nesta força colectiva ninguém está por projecto pessoal, ninguém está por acesso a círculos de poder ou a núcleos de negócio, ninguém vai para a política para subir na vida.
Votar nesta coligação é votar numa força de confiança, numa ruptura real e completa com os hábitos políticos instalados, numa viragem definitiva da política para o serviço das populações e dos trabalhadores, na democratização efectiva da gestão autárquica e das suas políticas.

 Não há, aliás, autarquias mais democráticas e mais participativas, do que aquelas em que a CDU é força maioritária. Sempre, sempre que a CDU constitui poder maioritário, não o assume como propriedade exclusiva, antes diversificando-o, distribuindo funções e responsabilidades, democraticamente analisando os pontos de vista dos diversos partidos políticos. E é sob esta perspectiva de democratização da gestão autárquica que os eleitos da CDU olham o trabalho das Assembleias Municipais.
É este – a Assembleia Municipal – o órgão de representatividade democrática por excelência numa autarquia, e a sua valorização é fundamental para a prossecução de análises justas e amplas dos projectos e linhas de rumo para a cidade. Neste sentido, acreditamos que é necessário devolver a dignidade à Assembleia Municipal de Castelo Branco, respeitando os seus trâmites e toda a legalidade, as suas análises e escutando os seus pareceres. É através daquele órgão que os munícipes falam à autarquia, é através daquele órgão que se faz o escrutínio da actividade do executivo. A bem do concelho, a bem de Castelo Branco, a bem da democracia, a nossa Assembleia Municipal tem de ser um dos focos principais da política concelhia.
O voto na CDU é o voto que garante que os problemas da cidade, as dúvidas dos seus munícipes, as suas dificuldades, as suas perplexidades e as suas propostas chegam à Assembleia Municipal, chegam a quem decide, assim o Executivo Autárquico lhe queira dar ouvidos. Com a CDU o povo terá um papel no desenvolvimento do Concelho.

O voto na CDU é um voto útil. Útil para a cidade, para o concelho, para a democracia, para as populações.

Viva a CDU!

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Caros amigos e camaradas!
Caros conterrâneos!

Tal como já foi afirmado a nossa presença aqui perante vós tem a ver com a nossa decisão de nos candidatarmos à Assembleia Municipal e Câmara Municipal.
Esta candidatura da CDU, como todos sabem, assenta num projecto colectivo, que é de todos e para todos.
Este projecto é há muito tempo orientado por três princípios essenciais: TRABALHO – HONESTIDADE – COMPETÊNCIA.

Este projecto tem como linhas de actuação o diálogo com os munícipes com vista à resolução dos seus problemas e dos problemas do concelho; baseia-se na participação de todos os cidadãos e incentiva todos a exercerem o seu direito de cidadania; baseia-se na abertura e na disponibilidade dos eleitos da CDU para a procura de soluções que sirvam todos os cidadãos.

É um projecto colectivo, onde não cabem projectos pessoais, por mais vistosos que eles sejam. Os projectos pessoais, que nós conhecemos e bem, de homens providenciais, daqueles que sabem tudo, são os eucaliptos da democracia. Tudo à volta deles seca. Não há continuidade. Não há renovação.

Caros amigos e camaradas, o projecto da CDU já deu provas a nível nacional, mas também já deu provas a nível do distrito e do concelho de Castelo Branco. Este vosso amigo, camarada e conterrâneo que hoje assume esta candidatura já exerceu o cargo a que concorre durante seis anos, de 1980 a 1986.
O projecto da CDU é um projecto de renovação permanente, de participação, de decisão colectiva. Este vosso candidato só assumiu esta candidatura porque muitos militantes, activistas, simpatizantes da CDU fizeram questão de mostrarem o seu apoio.
Ninguém pode ficar indiferente a esse apelo. Estou aqui para assumir este desafio, porque penso que a CDU, na câmara municipal fará a diferença.

A actual maioria da câmara está gasta, não tem ideias, não há debate, é quase monolítica; as decisões não são fruto de um debate aprofundado, são decisões do chefe que tudo controla (Foi dada recentemente uma notícia de uma sessão da câmara que durou apenas 20 minutos como sendo uma coisa positiva. É exactamente o contrário. É sintoma de doença. Revela uma câmara sem debate, de uma democracia empobrecida).
A presença de vereadores da CDU na câmara municipal vai certamente trazer ideias novas, novas propostas, novos métodos. Vai trazer diferença. É pois fundamental votar na CDU para mudar, para melhorar.  

Quero afirmar que é para mim uma honra assumir esta candidatura de modo a levar as propostas da CDU a todo o concelho e defendê-las e levá-las à prática para o interesse de todos nós.
Temos propostas para o concelho e para a cidade. Sendo um projecto de diálogo e de participação apelamos a todos os munícipes para darem as suas opiniões sobre o concelho e sobre a cidade que queremos.

Para nós, o concelho não acaba no limite da cidade. Para nós, CDU, tem 25 freguesias, cada uma com os seus problemas e as suas necessidades e, por isso, devem ser todas iguais.
Não se pode ter um orçamento de 60 milhões de euros e haver freguesias que recebem migalhas. É preciso reforçar as verbas para as freguesias, é preciso delegar mais competências nas juntas de freguesias. Muitos problemas podem ser mais eficazmente resolvidos pelas juntas, a sua proximidade é maior.

Que concelho, que cidade queremos?

O concelho é um todo. Temos de encontrar soluções globais:
– Em primeiro lugar temos de repor em vigor os instrumentos de planeamento. Temos de tornar as regras claras. O PDM (Plano Director Municipal) e o PGU (Plano Geral de Urbanização) têm de ser definitivamente revistos. Sabe-se, entretanto, que uma versão do PDM já foi entregue e estamos à espera da discussão pública. Porque não avança? Sabe-se também que em fim de Junho de 2009 foi publicada legislação que obriga à revisão do PDM. Ainda não foi aprovado, mas já vai ter de ser revisto.
Chama-se a isto INCOMPETÊNCIA e esbanjamento de dinheiro. Não é compreensível que para serem revistos sejam necessários 12 anos.

É preciso que o novo PDM seja rapidamente posto à discussão pública e seja aprovado. As decisões de ordenamento do território não podem depender apenas de uma pessoa. Não há transparência. E mais, não há qualquer controle. As decisões podem ser meramente casuísticas.
O mesmo se passa com o PGU. As questões urbanísticas da cidade não podem depender da boa vontade de uma pessoa ou da sua disposição.
É preciso haver regras claras, que só os instrumentos legais definem. Não conseguimos entender quais as razões que levaram a esta situação. Que interesses impedem a revisão do PDM e do PGU? Será que há interesses, ou é apenas desleixo? Ou uma tentativa de tudo controlar?
Os albicastrenses (os naturais e os que adoptaram esta cidade para viver) têm o direito de decidir que cidade querem.

Caros amigos, camaradas e conterrâneos!

– Para nós, CDU, o emprego deve ser considerado o objectivo estratégico de qualquer plano de desenvolvimento do concelho. Assim o defendia o suspenso PDM.
O desenvolvimento do concelho e da cidade deve passar pela instalação de muitas empresas que criem postos de trabalho para os nossos jovens, para os jovens que fazem a sua formação nas escolas do politécnico e para atrair trabalhadores de outras zonas do país. Esta é a única maneira de promover o desenvolvimento e provocar o crescimento. Os nossos jovens merecem emprego com direitos, com segurança, com remunerações dignas.

– A cidade deve ser vista como um todo. Não pode ser vista por partes: o centro é apenas uma parte. E os bairros periféricos são para esquecer? Quando é que os munícipes têm todos o direito a ter esgotos, ruas, passeios, jardins,… especialmente depois de terem pago milhares de euros para essas infra-estruturas.

– Mas também é preciso que os planos elaborados saiam da gaveta, postos à discussão, aprovados e executados:
 1 – O que se passa com o concurso de ideias para a zona da estação? Onde estão os projectos apresentados? Há ou não a intenção de pôr à discussão as propostas apresentadas? Ou já alguém (sempre o mesmo) decidiu e avançou? E o plano de pormenor da zona da estação? Existe ou não existe? Está-se a perder tempo e dinheiro, mais uma vez. Não nos podemos esquecer que o Centro Coordenador de Transportes é um elemento fundamental desse projecto e é prioritário para a cidade. Exige-se, por isso, uma decisão rápida sobre esta questão.

2 – Onde pára o Plano de Mobilidade Sustentável elaborado para todo o concelho? Está em que gaveta? Fazem-se os planos para quê? Mais uma vez tudo depende da vontade de uma pessoa. De quem é o dinheiro gasto nestes projectos?

3 – E o Plano de Pormenor do Bairro do Valongo, do Vale da Raposa e Carreira de Tiro? O que lhe aconteceu? Será que desapareceu e porquê?

 Caros Camaradas, Amigos e Conterrâneos!

Estas são algumas das questões que queremos ver rapidamente resolvidas, porque são prioritárias.
Mas, há outras questões que têm de ser lembradas.
– É preciso ter em atenção as questões ligadas à educação. Impõe-se a construção imediata dos vários centros educativos. Mas, não basta. Para um ensino de qualidade, e sei do que falo, é preciso equipamentos, materiais, para que a qualidade seja aquela que desejamos para os nossos jovens. Estamos em tempo de exigir qualidade e só qualidade. Não nos devemos contentar com o que não seja o melhor.

Mas também temos de perguntar: que papel para o Instituto Politécnico de Castelo Branco? Além do número de alunos, professores, empregados que alberga e que vivem no concelho, é preciso que a câmara municipal colabore com as escolas do politécnico encomendando projectos, que podem seguramente ser elaborados pelos gabinetes técnicos das escolas.

Estes projectos serão certamente bem elaborados, por quem vive e conhece profundamente a realidade. Há exemplos de erros na nossa cidade que poderiam ter sido evitados se os projectos fossem feitos pelos técnicos do politécnico. Esta é também uma forma de desenvolver o concelho e segurar a Inteligência que escolheu viver cá e também a que cá estudou.

E a zona histórica? Já se fala há tempo de mais num plano de requalificação. É preciso é executá-lo. Mas também não se podem esquecer as condições de habitabilidade das habitações. Não se pode pôr bonita a “moldura” e esquecer o conteúdo. As pessoas são o mais importante e é preciso dignificar o seu viver, melhorando a sua qualidade de vida.

 Camaradas, amigos e conterrâneos!

Já vai um pouco longa a minha intervenção, mas tenho de destacar uma questão importantíssima para o concelho: as questões da cultura e do património.

Temos de definir qual o papel da cultura no desenvolvimento do concelho, na melhoria da qualidade de vida das pessoas e até mesmo na criação de emprego. Não nos podemos esquecer que há na cidade uma escola de artes que forma pessoas em diversas áreas. É preciso criar emprego para esses jovens. Mas não só.

O património do concelho e parece-me que esta é uma questão consensual tem de ser preservado, recuperado, melhorado, posto ao serviço dos cidadãos e contribuir para um concelho melhor.

E que papel para a cultura?
Existe um conjunto razoável de equipamentos que precisam de ser dinamizados. Um museu não pode ser um edifício sem alma. Não pode ser um conjunto de “objectos” expostos e a apresentação de um filme que até tem fala em italiano e sem legendas em português. Há muitos equipamentos, mas têm de ser vistos na sua globalidade: por isso é possível e desejável promover actividades que sirvam todos os públicos; é necessário que a gestão da programação cultural seja coordenada pela câmara, através de um vereador.

 Só com uma visão global é possível aproveitar ao máximo as potencialidades dos equipamentos existentes e dos que se vão construir.
Torna-se claro que a política cultural da câmara não se pode limitar a construir equipamentos. Têm de ser postos a “produzir”.

 Estamos disponíveis para, conjuntamente com todos os apoiantes da CDU, e músicos, e artistas, e pintores, que queiram colaborar connosco, apresentar propostas devidamente fundamentadas sobre o que deve ser a cultura em Castelo Branco.

 Muito mais haveria a dizer, mas fica para o nosso programa que apresentaremos em devido tempo.

Viva Castelo Branco!
Viva a CDU!

Castelo Branco, 20 de Julho de 2009
Francisco Costa

A CDU apresentou ontem (20/Julho/2009) publicamente os seus candidatos à Assembleia Municipal e à Câmara Municipal de Castelo Branco, respectivamente João Pedro Delgado e Francisco Costa. Apresentamos a seguir uma pequena biografia de cada um dos candidatos:

João Pedro Delgado – 30 anos – músico, professor de música
(Cabeça de Lista à Assembleia Municipal de Castelo Branco)

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Nasceu no Porto em 1978. Membro da Comissão Concelhia do PCP em Castelo Branco. Membro da DORCB.
Depois dos estudos no Conservatório de Música de Viseu, formou-se em Música na Escola Superior de Música de Lisboa e na Escola Superior de Artes de Castelo Branco. Desde então leccionou já nos Conservatórios de Música de Almada, Torres Novas e Covilhã, exercendo agora a docência no Conservatório de Música da Guarda. Trabalhou na RDP – Antena 2 entre 1999 e 2002, tendo sido o mais jovem autor de programas daquela rádio, com a autoria e apresentação do programa semanal “CDs e LPs”. Com diversos agrupamentos, nomeadamente o Quarteto São Roque, tem-se apresentado em concertos e recitais pelos mais importantes palcos do país (CCB, Teatro São Luiz, Teatro Municipal da Guarda, Coliseus de Porto e Lisboa, Pavilhão Atlântico, etc, etc), bem como em inúmeros palcos estrangeiros (México, China, Inglaterra, Irlanda, Luxemburgo, Andorra, Espanha, etc). Tem igualmente participado em inúmeras gravações discográficas e transmissões audiovisuais, tanto em Portugal como no estrangeiro. Colaborou como instrumentista com orquestras como Gulbenkian, Metropolitana de Lisboa, Orquestra do Norte, entre outras.
Tem realizado actividade científica na área da música e musicologia, em colaborações com os Institutos Politécnicos de Viseu, Guarda, Castelo Branco, Câmara Municipal da Guarda, entre outros.
Reside em Castelo Branco desde 2002.
Foi director artístico do Centro de Artes de Belgais e do seu Coro Infantil entre 2007 e 2008.

Francisco Costa – 60 anos – professor de Matemática
(Candidato à Câmara Municipal de Castelo Branco)

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 Francisco José Antunes da Costa, nascido na freguesia de Zebreira, concelho de Idanha-a-Nova, há 60 anos, onde vivi até aos 13 anos.
Membro da Comissão Concelhia e da Direcção Regional de Castelo Branco do PCP.

As dificuldades económicas fizeram-me, desde muito novo, tomar consciência das desigualdades injustas que o fascismo impunha e passei a valorizar a liberdade e a justiça.

A partir dos 13 anos estudei em Castelo Branco, onde sempre residi, com a excepção de alguns períodos relativos ao serviço militar e à frequência do curso superior.

Fiz todo o Ensino Secundário em Castelo Branco e em 1969 iniciei o serviço militar, que se vai prolongar até Janeiro de 1973, altura em que passei à disponibilidade. Entre Julho de 1970 e Dezembro de 1972 estive como alferes miliciano na ex-colónia de Moçambique.

A partir de Junho de 1973 comecei a trabalhar num banco em Lisboa, ao mesmo tempo que preparava a minha entrada no actual Instituto Superior de Economia e Gestão.

Em 1975, com o bacharelato completo mudei de actividade e passei para o ensino básico. Tornei-me professor de Matemática/Ciências da Natureza do 2º ciclo, actividade que mantive até hoje e regressei definitivamente à cidade de Castelo Branco. Actualmente estou ligado à Escola Superior de Educação de Castelo Branco, num Programa de Formação Contínua de Matemática para Professores dos 1º e 2º Ciclos. Entretanto fiz a minha licenciatura.

Politicamente, sou militante do PCP desde 1976. Em 1979 fui candidato à Câmara Municipal de Castelo Branco e fui eleito vereador e mantive o cargo durante dois mandatos até 1986.
Apesar de não ter exercido cargos autárquicos a partir dessa data, mantive a nível partidário e da CDU tarefas ligadas às autarquias. Considero-me uma pessoa bem informada sobre as questões autárquicas, quer em termos legislativos, quer políticos.
Ao encabeçar a lista da CDU para a Câmara Municipal, em 2009, penso estar bem preparado para assumir qualquer cargo a nível autárquico, tendo em atenção os princípios que o projecto unitário defende: TRABALHO, HONESTIDADE, COMPETÊNCIA.

Ambos os candidatos apresentaram as principais linhas de actuação que se propõem desenvolver nos órgãos para os quais concorrem, sob o lema da CDU:

TRABALHO – HONESTIDADE – COMPETÊNCIA

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